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quinta-feira, 9 de setembro de 2010

The best afternoons



Fazia muito, muito tempo que eu não me divertia tanto, sabiam? É aquela coisa, sinto que aquele tempo que a gente fica rindo e fazendo bagunça e falando nonsense não é um tempo perdido, ainda que não façamos nada de útil. Poxa, eu fico pensando - minhas tardes seriam puro tédio e monotonia sem vocês.

E eu tava achando que esse ano não ia ter nada de especial. Bom, melhor do que o ano passado, eu sabia que seria, porque o ano passado foi um koo de tão chato. Não aconteceu nada de ruim, nem nada de legal, foi isso. Mas aí você pergunta: o que aconteceu de grande nesse ano para ele ser tão bom? Well, eu conheci uma pá de gente bacana. E é só, cara. Tá, eu passei na faculdade e comecei a dar aulas. Mas o que mais? Bom, eu conheci vocês - não só vocês, claro, tem a galere da faculdade e minhas esposas, mas é com vocês que eu passo mais tempo, de boa. Sem vocês seria insuportavelmente chato passar esse ano, eu ficaria de mau-humor com uma frequência muito maior do que fico - aliás, graças a vocês eu fico TÃO pouco de mau humor! Porque não importa o que aconteça de ruim - é a gente se juntar e eu começar a dar risada feito uma doente mental, HAHA!

Enfim, olha, eu queria agradecer vocês. Não esperava me apegar tanto a vocês quando os conheci. Aliás, Sara, quem diria que a gente você ser tão amiga, hein? Dois anos estudando na mesma classe, e só depois de um ano sem nos vermos é que a gente descobriu que podia se dar tão bem! Não é estranho? É, é sim, com todos vocês. Lana, eu já até carta escrevi pra você explicando como foi meio esquisito a gente ter virado amigas. Com você é a mesma coisa, Jana. A gente começou a conversar por quê, mesmo, hein? E quem diria que eu fosse me dar tão bem com você, Vitor, se eu nem lembro quando foi que a gente começou a conversar mais?

Olha, vocês são todos especiais para mim, de verdade. Vocês fazem valer a pena ir todo dia para o Fisk. Vocês tão fazendo esse ano valer a pena - não só vocês, mas vocês são uma parte importante disso. Obrigada por tudo ♥

domingo, 13 de junho de 2010

To my dear ones...


Porra, eu já falei do quanto amo muita gente, aqui. Sério. Já declarei meu amor a gente até demais. A todas as pessoas que realmente importam para mim.

Ou melhor, quase todas. Porque, bom, eu não falei de vocês. Vocês que eu sei que não vou conseguir ter ao meu lado para sempre, vocês que sempre vão passar pela minha vida muito rápido - rápido demais para o meu gosto. Mas, apesar disso tudo, vocês são muito importantes para mim.

E, para falar sobre isso, só vou repetir o que eu e a Lana dissemos outro dia:


"Às vezes, eu acho que só aguento tudo o que passo aqui pelos meus alunos,
sabia?"

"É, né. No fim, eles é que fazem valer a pena."



(E é verdade. Vocês fazem tudo valer a pena. A teacher ama vocês ♥)

segunda-feira, 31 de maio de 2010

What the...?


Decidi que escreverei a Fiskíada. Haverá um herói/heroína épico, deuses, pessoas do mal, Fisk conquistando terras bárbaras (q) e tudo a que uma épica tem direito, damn!

Porque se podem escrever a USPinéia, então eu posso escrever minha Fiskíada!


(E sintam que eu usei as cores da Fisk pra escrever esse texto, haha -q)

(Sim, será uma paródia. Diferente de certas pessoas, eu não acho que escrever uma épica sobre sua faculdade ou local de trabalho resulte em algo sério #bgos)

terça-feira, 25 de maio de 2010

Aleatoriedades da Fisk (O Retorno dos Desocupados e Desocupadas).

Parte II - Considerações sobre o Acre.
(Lembrando que isso ocorreu há um milhão de vidas atrás e minha memória é terrível).


O diálogo suscedeu-se mais ou menos assim:
(Nota: o começo do diálogo foi perdido devido ao mal de Alzheimer que por acaso é só desculpa pra memória ruim da que vos escreve)


"Eu acho que o Acre é o mundo dos mortos."

"Ah, é? E como vamos ter certeza?"

"Sei lá, você não tava psicografando agora há pouco? Pergunta aí pra minha bisavó se o lugar pra onde ela foi depois de morrer foi o Acre."

"E qual o nome da sua avó?"

"Ahn, pergunta aí pela 'Maria mãe do Seu Mané'."

"Ah, Maria-mãe-do-Seu-Mané? Nossa, vai ajudar pra caramba! E aí, Maria mãe do Seu Mané, cê tá por aí?"

"Eu não lembro o nome dela, ué. Mas tenho certeza de que ela tá no Acre a uma hora dessas."

"Tá nada, o Acre não existe."

"Claro que existe, acabei de falar que ele é o mundo dos mortos!"

"Que mané mundo dos mortos, tá doida? Ela é só invenção."

"Então, eu acho que o Acre é o Eldorado. Saca, civilização perdida, ninguém nunca achou. Ou talvez ele tenha sumido, tipo Atlântida."

"Ah, então o Acre afundou e é na verdade Atlântida?" (Nota: Sintam a ironia dela nessa frase).

"É, é o que eu acho. O Acre existe, sim. Só que ninguém achou ainda."

"Mas sabe que é mesmo suspeito essa coisa do Acre? Tipo, quem prova que ele existe?"

"É mesmo. Eu já conheci, pela internet, gente do país inteiro, mas nunca do Acre."

"E assim, eu já vi reportagens sobre o Acre, mas nunca no Acre."

"Porque ele não existe."

"Pára de falar que ele não existe! Ele tá lá, só não acharam ele ainda!"

"Ah, só falam que o Acre existe pra deixar o Brasil maior."

"Mas a gente até gastou uns burros comprando ele da Bolívia..."

"Que nada! Por mim, devolvia o Acre pra Bolívia. Ela também não existe, mesmo."



(E o Diálogo se encerra aí porque imaginar que a Bolívia talvez também não exista foi tenso.)
(E sim, as falas de amarelinho são minhas ♥)

terça-feira, 27 de abril de 2010

Aleatoriedades da Fisk (Ou: o que os monitores e monitoras da Fisk ficam fazendo quando estão sem alunos).

Parte I - Sobre não ouvir direito.


Eu sentia dor de cabeça, não parava de espirrar e estava completamente grogue por causa do remédio pra gripe que havia tomado - sim, a rinite havia atacado mais uma vez. E eu ainda assim fui trabalhar. Claro, só porque eu não estava em condições de sequer me manter equilibrada, duas alunas marcaram reposição de aula ao mesmo tempo. Mas eu fui, claro que fui - sou responsável e sempre cumpro com meus deveres.

Claro, na metade da aula, eu precisei parar para ir beber água e assoar o nariz. Assim, marchei para a sala dos professores, onde duas outras monitoras conversavam - e uma fazia uma pesquisa no computador. E assim que eu coloco os pés na sala - com meu bom copo de café na mão -, eu ouço um fim de conversa:

"... pesquisar a genealogia dos pobres."

E eu, com meu copo a meio caminho da boca, continuo andando, até que a compreensão do que eu acabei de ouvir me atinge. A genealogia dos pobres?!

"Espera, você está pesquisando o quê?"

"A genealogia dos deuses."

Pois é, e pobres nem rima com deuses. Aí eu tenho um ataque de risos, quase derrubo todo o meu café e acabo demorando quase vinte minutos pra voltar pra sala de aula porque a crise de riso não passava - principalmente porque eu tive que explicar para elas o motivo de tanta risada, aí elas começaram a rir também e eu não conseguia mais parar. Até esqueci porque tinha ido para lá.




[YOU FAIL AT LIFE]