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sexta-feira, 16 de julho de 2010

In the end, I'm still all alone


Eu só queria que as pessoas me entendessem. Não se encaixar simplesmente não é legal. Ficar deslocada não é legal. Não ter pra quem ligar e afogar as mágoas não é legal. Saber que, por mais que existam pessoas que se importam, no fim você continua sozinha na luta não é legal. Ver aquele monte de gente ao seu redor e simplesmente não conseguir chorar e pedir abraço não é legal.

Acho que era só isso que eu queria - alguém que me abraçasse, alguém que passasse a mão no meu cabelo e me dissesse que ia ficar tudo bem. Mas eu nem consigo pedir para que as pessoas me consolem - eu sempre acho que estou sendo egocêntrica se faço isso. E aí eu desço baixo o bastante pra escrever um post de auto-piedade nesse blog, que as pessoas vão ler e se sentir mal por não terem percebido (e se isso te acontecer, não se sinta mal - a culpa é minha, sério. Minha, por ser covarde a ponto de ter medo de abrir meu coração pra quem eu amo).

E, na verdade, nem aqui eu consigo desabafar direito. Eu não consigo falar o que está me deixando assim, porque eu tenho que falar mesmo, sabe? Eu preciso chorar, preciso soluçar e preciso que alguém esteja ouvindo, só isso.

E dói ainda mais pensar que um dia eu já tive alguém que fizesse tudo isso - alguém pra quem eu ligava e ficava me ouvindo por horas a fio; alguém que só de olhar pra mim sabia se eu estava triste e ficava me enchendo o saco até eu começar a chorar e falar tudo alguém; alguém que sempre sabia o que dizer e o que faz pra eu me sentir melhor; alguém que efetivamente me entendia e me compreendia; alguém que, mesmo vendo tudo isso, ainda me achava forte porque eu conseguia esconder isso tudo do mundo.

E aí você junta tudo isso e, é, não é legal. Não é legal você se trancar no seu quarto e ficar soluçando e olhando pro seu celular - sem crédito - e não ter pra quem ligar (porque não quer ligar a cobrar nem encher o saco de ninguém com "baboseiras").



Eu me sinto perdida, nessas horas. Só isso. E eu só queria que alguém ouvisse tudo isso.

(E não lesse.)

domingo, 9 de maio de 2010

Love you, mom


Obrigada por ser a melhor mãe do mundo

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Isn't our family beautiful?



Família Arruda da esquerda para a direita e da frente para os fundos:

Felipe, Vítor, Júlio, Gabriele, Mateus, Júlia, Fernanda, Paola, Paulinho, César, Rita, Tio Naldo, Tia Lou (aka minha mãe), Tia Má (aka minha madrinha), Tia Gi e Caio.

(Tio Paulo estava fugindo da cesta de ovos para ver algum jogo de futebol e porque as crianças da fila da frente falavam demais.)

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Happy Birthday, sweetheart(s)

Porque existem duas pessoas nesse mundo que eu amo demais. Duas pessoas que tem 1,55 de altura. E duas pessoas que fazem aniversário hoje. (Coincidências? Talvez eu tenha um fraco por garotas baixinhas que nasceram em 2 de Abril).

Enfim.

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Uma delas é a minha irmã caçula postiça mais linda do mundo, minha tanajurazinha (fazia tempo que eu não te chamava assim, hein?). A melhor prima do mundo. Lembra quando a gente era criança e vivíamos indo na casa uma da outra, mesmo que no fim você acabasse com o rosto cheio de arranhões feitos por mim e a mão cheia de cabelos meus? Pois é. E mesmo assim, a gente não se separava. E até hoje, mesmo você tendo sido a pessoa que mais apanhou de mim durante minha infância (meus irmãos não contam - eu não era mais tão criança quando comecei a bater neles), você ainda é uma das pessoas que eu mais amo e com quem sou mais apegada. Minha vida sem você não teria graça (ir na casa da vó sem você já não tem graça nenhuma).

Mas sabe o que realmente é mais difícil? É imaginar que você não é mais uma criança. É imaginar que você já tem catorze anos. Imaginar que você não precisa mais de mim e (talvez) não me idolatra mais tanto como quando você era pequena (menor, porque pequena você ainda é). É imaginar que você não vai mais reclamar quando eu disser que não quero brincar de boneca porque já-estou-velha-demais-para-isso (porque agora você também está, não é?).

Só que não importa, está bem? Não importa quantos anos você tenha. Você sempre vai ser minha irmãzinha querida que eu amo demais. E sempre que precisar de alguém, eu vou estar aqui. Sério, pra sempre.


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E eu lembro um dia em que eu entrei no fanfiction.net e vou no 'Just In' e acho uma fanfic chamada "Ordinária Depressão". E eu simplesmente adorei a fanfic. Pouco depois, eu entro no perfil de uma outra autora que eu gosto e vejo nos favoritos dela uma fanfic chamada "Wonderland". Mais uma vez, leio e amo (e nem me dou conta de que as duas são escritas pela mesma pessoa). Depois, eu conheci "Hetalia - Axis Powers" e vou entrar no fandom, e acabo encontrando uma chamada "Direito de Posse" (preciso dizer que estava ótima?). E, porque eu não tinha nada pra fazer, fui ver o perfil da autora da bendita fanfic. E só aí eu descubro que ela escreveu aquelas duas fanfics de Harry Potter que eu amei tanto.

Claro, eu tive que ler as outras coisas que ela escreveu. E aí eu tive que adicionar ela nos favoritos. E aí ela percebeu que tinha ganho uma stalker e foi fuçar no meu perfil - e aí achou meu msn e...

... E hoje ela é uma das pessoas mais importantes da minha vida. E hoje ela faz uma década e meia de vida. E hoje eu não me imagino sem ela.

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FELIZ ANIVERSÁRIO VOCÊS DUAS, AMORES DA MINHA VIDA DE UM METRO E CINQUENTA E CINCO (L) /foge.