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segunda-feira, 26 de abril de 2010

Praise Me [01]



“Give yourself to me!
Don’t you understand?
Love and Hate
Everything is mine…
I wish him
I stare at it
Nice and hot
I will melt your heart”

(My Song That’s Written By Me, For Me – Atsuhi Kousaka – Hetalia Drama CD Interval Vol. 1)

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A garota o olhava com os braços cruzados e as sobrancelhas franzidas, bem desconfiada. Ele estava obviamente bêbado e ela tinha certeza de que ele passara a noite em algum bar com Antonio e Francis – e o pior era que, apesar da péssima companhia, ela gostava dos dois.

“Eu não consigo acreditar nisso, sabia?” ela disse, massageando as têmporas. “E você ainda me aparece em casa desse jeito, a essa hora! Sorte que meus pais não estão, porque se estivessem você teria me metido em uma enrascada e tanto...”

“E quem disse que eu vim para cá por nada?” ele perguntou, e ela tinha que admitir que ele não ficava estranho quando estava bêbado – não ficava cambaleando nem falando coisas sem nexo – só ficava ainda mais sem-vergonha do que já era. “Eu vim por um motivo importante!”

“Ah, é?” ela ergueu uma sobrancelha; esperava que ele não fizesse nenhum escândalo que chamasse a atenção de todos os seus vizinhos.

“Sim. Agora, vem aqui fora.” Ele chamou. Como ela não vinha, ele agarrou seu braço, puxando-a. “É sério. Agora fica aí.” Ele pigarreou, se ajoelhou, pegou a mão dela e, como se fosse a coisa mais natural do mundo, disse: “Quer ter o privilégio de se casar comigo?”

Ela ficou chocada. Não sabia o que dizer – primeiro, precisaria ignorar a falta de modéstia da pergunta; depois, teria que levar em consideração o fato de que ele estava bêbado. Como se lesse seus pensamentos, ele acrescentou:

“E não é só porque eu estou bêbado. Estar bêbado não quer dizer que eu vá fazer coisas que não gostaria de fazer. E responde logo, meus joelhos estão doendo.”
“G-Gil... Eu preciso de tempo pra...”

“Pensar? Ah, corta essa. Você gosta de mim – porque não haveria motivos para não gostar – então é só falar que sim, e aí eu marco a data do casamento e pronto, a gente corta toda essa enrolação.”

“Mas...”

“Olha só, quem cala consente. Ou é sim ou é não, não tem nada pra pensar.” Ela abriu a boca uma vez, e então voltou a fechá-la, pensativa. Então, escondendo o rosto na mão e querendo que a terra a engolisse, falou, quase murmurando:

“Tá.”

“Ótimo, eu sabia!” ele ficou de pé, limpando a terra das calças. Então, começou a marchar em direção à casa dela, arrastando-a pelo braço.

“E-espera, Gil, o que você está fazendo?”

“Ora essa, te levando para a Noite de Núpcias.”

“Noite do QUÊ? Não, espera. Gil... Isso é só depois do casamento!”

Ele olhou para ela, sorrindo maliciosamente. Então, puxou-a para perto de si e, encostando os lábios em seu ouvido, perguntou:

“E você quer que eu acredite que está disposta a esperar por isso?”

Ela se arrepiou toda, corando violentamente, e não respondeu. Ele riu e voltou a segurá-la pelo braço, trancando a porta da casa ao passar.


(E ela estava ainda na dúvida se iria ou não se arrepender daquilo. Provavelmente, não).

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[Pronto, Mandie, aí está o seu (H). A tradução da música ficou porca e tosca, mas releve (E agora eu coloquei em inglês porque dói menos no meu coração /oiq). E agora só falta o meu e o da Saki ♥]

sábado, 3 de abril de 2010

I don't like your (girl)friends


If you wanna be my lover
You gotta get with my friends
Make it last forever
Friendship never ends
If you wanna be my lover
You have got to give
Taking it’s too easy, but that’s the way it is.

(Wannabe – Spice Girls)



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Ludwig não gostava daquelas garotas que andavam com sua fada.

Não gostava daquela uma que dizia ser a mesma pessoa que sua fada, porque ela não era. Sua fada era mais bonita, mais inteligente, mais responsável e tinha mais personalidade. E aquela garota era só estranha e desorganizada (ainda que sua fada explicasse que ela não era desorganizada; apenas gostava de manter as coisas sempre à vista e tinha um senso de organização diferente do das outras pessoas).

E também não gostava daquela outra que vivia atrás de sua fada, ligando para ela quando na verdade era a hora de ficar com Ludwig; e que ficava dizendo que a amava e agia como se as duas fossem um casal – o que era errado, porque a fada era comprometida com Ludwig, certo? Eles haviam devidamente concordado naquilo (mas sua fada lhe dizia que ela só falava aquilo porque eram amigas de verdade).

(Sua fada insistia que elas eram as melhores pessoas no mundo; e ele não tinha coragem para contrariá-la.)


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Gilbert não suportava aquelas amigas de sua princesa.

Não gostava particularmente daquela que estava com seu irmão, porque isso significava que ele a via demais. E ele realmente odiava que sua princesa sempre se recusasse a ser ajudada por ele porque ela não era uma donzela em perigo, mas não via problema algum em pedir ajuda àquela amiga dela – que não era mais incrível do que ele, com certeza.

E também não gostava da outra, que ele nem via tanto, porque ela era muito parecida com a que estava com seu irmão. E às vezes ele achava ela ainda pior, porque sua princesa ficava sempre pensando nela quando ele e seu irmão decidiam fazer um “encontro duplo” e, na cabeça dela, o encontro não seria incrível se as três não estivessem juntas.

(E sua princesa explicava que ele era incrível, sim; tão incrível quanto suas amigas. Só que ele queria ser mais incrível do que elas.)


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Yao preferia dizer que não gostava daquelas duas tanto quanto poderia.

Não gostava daquela garota de cabelos cacheados, porque seu sol se preocupava muito com ela. Além disso, as duas viviam dizendo que se amavam e Yao não gostava de ver seu sol dizendo que amava outra pessoa; e também, porque seu sol sempre sorria para ela como se ela fosse a pessoa mais importante no mundo – um sorriso que ela deveria dar apenas para Yao.

Mas também não gostava daquela outra que seu sol dizia ser tão parecida com ela. Yao não ligava se elas eram ou não parecidas. Mas, por algum motivo, aquela outra menina parecia conhecer seu sol melhor do que ninguém – e parecia ter muito orgulho disso. E ela parecia capaz de ler seu sol como um livro aberto – um privilégio que Yao gostaria de ter apenas ele mesmo.

(Seu sol sempre lhe dizia que o amava tanto quanto amava a elas, mas ele não dizia que queria que ela o amasse mais.)


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Kiku observou os três ficarem de braços cruzados, emburrados. Só estava lá porque Yao lhe pedira, já que ele conhecia Ludwig. E agora ele tentava entender o porquê daquela atmosfera tão carregada, já que haviam sido suas próprias garotas quem os havia reunido ali e os três pareciam amá-las tanto.

E, enfiadas num sofá de dois lugares, as três conversavam e riam entre si como se não houvesse mais ninguém no mundo além delas.




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Porque eu amo vocês duas.
E porque nós sabemos que eles teriam que nos dividir.
E porque, pelo menos de minha parte, vocês seriam mais importantes S2
(E houve um motivo para estarmos em um sofá de dois lugares 8D [oiq])


Mein Gott

Desculpa, Polska. A fanfic estava podre. O post você teve que dividir com a minha prima.

Então, eu achei o presente que realmente vai te levar às alturas:


Mein_Gott


(Aparentemente, essa música será a trilha sonora do filme (L). E, se o que eu ouvi dizer estiver correto, parece que no filme o Gil tentará dominar o mundo ou algo parecido. Claro, isso pode ser um falso spoiler, mas considerando-se que é ele quem canta a trilha sonora...)

quinta-feira, 25 de março de 2010

Nome





"Schneefall"

"Por que 'Nevasca'?" Perguntou, encarando-o com as sobrancelhas franzidas. Por que diabos Gilbert a havia comparado a uma nevasca? Não fazia muito sentido.


(Principalmente porque ele dissera isso com os braços ao redor de sua cintura e os lábios roçando o lóbulo de sua orelha, fazendo com que um arrepio delicioso corresse por suas costas).
"Bom, porque Nevascas são devastadoras e impossíveis de não serem notadas." e, trazendo-a mais para si, acrescentou, rindo: "E, também, apenas os mais incríveis conseguem sobreviver a elas."


"O que você quis dizer com isso?!" ela exclamou, dando um soco em seu ombro, rindo também.


(Ela sabia, que na verdade, ele estava apenas querendo dizer que daquele jeito ela seria só dele)



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"Regenbogen"



"Eu ainda não entendo o que você tem com arco-íris." Ele disse, com os braços cruzados. Poderia estar fazendo outras coisas, mas ainda assim estava lá, observando o arco-íris com aquela garota estranha.

(E ela o obrigara a ficar a seu lado durante toda a tempestade, para que estivessem juntos quando o arco-íris surgisse. E ele gostara daquelas horas.)

"Ah, nunca ouviu dizer, Lud? Tem um tesouro no final dele! Eu queria poder subir no céu pra achar um tesouro lá! Você não queria?"

"Não preciso." ele respondeu, sem realmente pensar. Apenas se deu conta do que havia dito quando viu a expressão indagadora dela, e então achou melhor mudar de assunto.

(Ele não queria admitir, mas já havia encontrado seu tesouro.)

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"太阳"

"Isso é muito romântico." ela disse, após encher-se de coragem e engolir em seco, sentindo-se nervosa. Seus dedos mal roçavam nos dele; ainda era difícil acreditar que estavam juntos vendo aquele pôr-do-sol.

(E ele não fazia ideia de como ela se sentia insegura com relação a tudo aquilo, porque ela sempre parecia segura. Mas aquilo também era novo para ele.)

"É mesmo, aru." ele respondeu, deitando-se na relva. "É um momento especial, aru." Ela deitou-se também, entrelaçando seus dedos com os dele, feliz porque ele concordava com ela.

(Mas não sabia que só era especial porque era ela quem estava lá.)

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(Porque essas ela e ela ficam escrevendo coisas de surpresa e eu me sinto na obrigação de retribuir.)