Mostrando postagens com marcador China. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador China. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 13 de abril de 2010

Gotta Love

"Dear Hyung-nim,

"I waited as long as I could, I really, really did. I kept on hoping that if I only sent out one more letter then you could come and help me out of this mess I made. But I can't wait anymore, because my people need me to make a decision.

I know that it means me picking a side and losing a part of me as well, but I gotta do it for my people, they believe in me, even when I've been a pretty lousy nation. My bosses think that if I had been raised here than this wouldn't have happened. But they're wrong.

And either way I don't blame you, I never did.

You told me time and time again that you weren't ready for this, that you couldn't love me in the way I loved you, but I didn't listen. I never listened. I just pushed you and pushed you knowing full well that one day your resistance would crumble and you would give in.

I knew and I didn't care, I just wanted you to love me like I love you.

I'm the one that made this happen because I had to go my own way and forget the way things should be. But I don't regret it, not at all. Being with you was like being whole for the first time. It felt like something old and ancient just clicked into place, it was right. And for that reason I don't regret what I did, I'm just sorry that everything went downhill because of it.

I know that siding with Alfred and the others will make us enemies, and it hurts to think of us as anything other than brothers or lovers now I guess, but one day it will pass. If I've learned one thing from leaving home it's that history is full of people doing horrible things to each other. But the amazing thing is that in a few hundred years, sometimes even decades, it is forgotten and things are able to be reborn. Even with nations.

Arthur and Francis tell me stories of the horrible stuff they've done to hurt the other since they were children, but somehow they are able to accept it and move on, I think they love each other as well, but they'd sooner marry that Russia guy than admit it out loud. They've literally beaten each other senseless and still care about each other, so I'm sure we can handle this.

And that, above all else, is my hope.

That one day, you'll be able to forgive me, and we'll be able to be normal. We don't even have to do it again. (But if you wanna, I am totally all for it, because I love you and I really, really want to try that whole sex thing again because it was wow, and I can't imagine doing those kinds of things with anyone but you, no matter what Francis says.) But more than that, I just want to be able to actually see you and not hope that a letter will get through to you. I'm much better at talking anyways, at least that's what Xiang says.

For the first time, I'm ready to be me and to really go my own way. I may not be completely whole, but I can be, and with any luck, we can be whole together.
So don't worry about me so much, okay aniki? After all bravery and greatness were made in me right?

Love, Im Yong Soo

South Korea.

(Ps. Don't be too angry at Kiku. He maybe an asshole, but he's the asshole that delivered this letter right?)










(Essa fanfic me fez chorar mais do que vocês seriam capazes de imaginar. Eu não vou traduzir, mas vocês realmente deveriam ler. Foi o que me fez começar a gostar de China/Coréia. ♥)

sábado, 3 de abril de 2010

I don't like your (girl)friends


If you wanna be my lover
You gotta get with my friends
Make it last forever
Friendship never ends
If you wanna be my lover
You have got to give
Taking it’s too easy, but that’s the way it is.

(Wannabe – Spice Girls)



-



Ludwig não gostava daquelas garotas que andavam com sua fada.

Não gostava daquela uma que dizia ser a mesma pessoa que sua fada, porque ela não era. Sua fada era mais bonita, mais inteligente, mais responsável e tinha mais personalidade. E aquela garota era só estranha e desorganizada (ainda que sua fada explicasse que ela não era desorganizada; apenas gostava de manter as coisas sempre à vista e tinha um senso de organização diferente do das outras pessoas).

E também não gostava daquela outra que vivia atrás de sua fada, ligando para ela quando na verdade era a hora de ficar com Ludwig; e que ficava dizendo que a amava e agia como se as duas fossem um casal – o que era errado, porque a fada era comprometida com Ludwig, certo? Eles haviam devidamente concordado naquilo (mas sua fada lhe dizia que ela só falava aquilo porque eram amigas de verdade).

(Sua fada insistia que elas eram as melhores pessoas no mundo; e ele não tinha coragem para contrariá-la.)


-


Gilbert não suportava aquelas amigas de sua princesa.

Não gostava particularmente daquela que estava com seu irmão, porque isso significava que ele a via demais. E ele realmente odiava que sua princesa sempre se recusasse a ser ajudada por ele porque ela não era uma donzela em perigo, mas não via problema algum em pedir ajuda àquela amiga dela – que não era mais incrível do que ele, com certeza.

E também não gostava da outra, que ele nem via tanto, porque ela era muito parecida com a que estava com seu irmão. E às vezes ele achava ela ainda pior, porque sua princesa ficava sempre pensando nela quando ele e seu irmão decidiam fazer um “encontro duplo” e, na cabeça dela, o encontro não seria incrível se as três não estivessem juntas.

(E sua princesa explicava que ele era incrível, sim; tão incrível quanto suas amigas. Só que ele queria ser mais incrível do que elas.)


-


Yao preferia dizer que não gostava daquelas duas tanto quanto poderia.

Não gostava daquela garota de cabelos cacheados, porque seu sol se preocupava muito com ela. Além disso, as duas viviam dizendo que se amavam e Yao não gostava de ver seu sol dizendo que amava outra pessoa; e também, porque seu sol sempre sorria para ela como se ela fosse a pessoa mais importante no mundo – um sorriso que ela deveria dar apenas para Yao.

Mas também não gostava daquela outra que seu sol dizia ser tão parecida com ela. Yao não ligava se elas eram ou não parecidas. Mas, por algum motivo, aquela outra menina parecia conhecer seu sol melhor do que ninguém – e parecia ter muito orgulho disso. E ela parecia capaz de ler seu sol como um livro aberto – um privilégio que Yao gostaria de ter apenas ele mesmo.

(Seu sol sempre lhe dizia que o amava tanto quanto amava a elas, mas ele não dizia que queria que ela o amasse mais.)


-


Kiku observou os três ficarem de braços cruzados, emburrados. Só estava lá porque Yao lhe pedira, já que ele conhecia Ludwig. E agora ele tentava entender o porquê daquela atmosfera tão carregada, já que haviam sido suas próprias garotas quem os havia reunido ali e os três pareciam amá-las tanto.

E, enfiadas num sofá de dois lugares, as três conversavam e riam entre si como se não houvesse mais ninguém no mundo além delas.




-




Porque eu amo vocês duas.
E porque nós sabemos que eles teriam que nos dividir.
E porque, pelo menos de minha parte, vocês seriam mais importantes S2
(E houve um motivo para estarmos em um sofá de dois lugares 8D [oiq])


quinta-feira, 1 de abril de 2010

Teach me to love




"Sabe o que é que eu me pergunto, aru?" Yao perguntou, apoiando o rosto nas mãos e encarando a garota. Ela ergueu os olhos do livro que lia (ela se esforçava muito para ler, afinal de contas estava em inglês e ela tinha que passar para o mandarim e precisava de um dicionário para isso). "Como é que você sabe tanto da cultura do meu país se veio de um lugar tão longe, aru?"

"Ah." Ela mordeu o lábio, sem olhá-lo nos olhos - aliás, dificilmente o olhava nos olhos. "Eu não sei. Começou com a Mulan. E também, eu gosto de estudar a cultura de outros países."

"Hum. Mas mesmo assim, preferiu se especializar em literatura inglesa, aru." Ela o olhou meio culpada, e então franziu as sobrancelhas.

"Mas se não fosse por isso, eu não estaria aqui te ajudando a entender tudo sobre a Língua Inglesa."

"Tem razão. E eu não ia querer outra pessoa além de você pra isso, aru." ele respondeu, com naturalidade. Ela corou e desviou o olhar, murmurando que precisava 'voltar ao trabalho'.

(Não fazia idéia de quanta verdade havia naquelas palavras.)


-


Porque eu quis. Simples assim.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Nome





"Schneefall"

"Por que 'Nevasca'?" Perguntou, encarando-o com as sobrancelhas franzidas. Por que diabos Gilbert a havia comparado a uma nevasca? Não fazia muito sentido.


(Principalmente porque ele dissera isso com os braços ao redor de sua cintura e os lábios roçando o lóbulo de sua orelha, fazendo com que um arrepio delicioso corresse por suas costas).
"Bom, porque Nevascas são devastadoras e impossíveis de não serem notadas." e, trazendo-a mais para si, acrescentou, rindo: "E, também, apenas os mais incríveis conseguem sobreviver a elas."


"O que você quis dizer com isso?!" ela exclamou, dando um soco em seu ombro, rindo também.


(Ela sabia, que na verdade, ele estava apenas querendo dizer que daquele jeito ela seria só dele)



-




"Regenbogen"



"Eu ainda não entendo o que você tem com arco-íris." Ele disse, com os braços cruzados. Poderia estar fazendo outras coisas, mas ainda assim estava lá, observando o arco-íris com aquela garota estranha.

(E ela o obrigara a ficar a seu lado durante toda a tempestade, para que estivessem juntos quando o arco-íris surgisse. E ele gostara daquelas horas.)

"Ah, nunca ouviu dizer, Lud? Tem um tesouro no final dele! Eu queria poder subir no céu pra achar um tesouro lá! Você não queria?"

"Não preciso." ele respondeu, sem realmente pensar. Apenas se deu conta do que havia dito quando viu a expressão indagadora dela, e então achou melhor mudar de assunto.

(Ele não queria admitir, mas já havia encontrado seu tesouro.)

-





"太阳"

"Isso é muito romântico." ela disse, após encher-se de coragem e engolir em seco, sentindo-se nervosa. Seus dedos mal roçavam nos dele; ainda era difícil acreditar que estavam juntos vendo aquele pôr-do-sol.

(E ele não fazia ideia de como ela se sentia insegura com relação a tudo aquilo, porque ela sempre parecia segura. Mas aquilo também era novo para ele.)

"É mesmo, aru." ele respondeu, deitando-se na relva. "É um momento especial, aru." Ela deitou-se também, entrelaçando seus dedos com os dele, feliz porque ele concordava com ela.

(Mas não sabia que só era especial porque era ela quem estava lá.)

-

-

(Porque essas ela e ela ficam escrevendo coisas de surpresa e eu me sinto na obrigação de retribuir.)